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VIVA A VIDA!!!!!!!!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Inadimplência chega a R$ 80 milhões

 

 Texto: Nayara Araújo (Estagiária) / Foto: Tarcísio Dantas
Há duas semanas, o ex-deputado estadual Raimundo Vieira, o Mundinho da Comase, fez uma denúncia sobre uso político do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf B), que consta no empréstimo de microcrédito para os agricultores em Itabaianinha, seu município.
De acordo com informações do ex-parlamentar, falsos agricultores foram inscritos no programa, pegaram o dinheiro, investiram para outros fins e agora estão na lista de inadimplentes. Com isso, o município está sem poder contratar novos agricultores em virtude dessa inadimplência. Raimundo disse ainda que as inscrições do Programa foram coordenadas pelo escritório local da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro).
Segundo dados da Emdagro, em Sergipe há aproximadamente 100 mil agricultores que se enquadram na identificação familiar. Desses, 35 mil recebem assistência do governo do Estado, por meio do órgão. Mas o grande problema enfrentado pelo Pronaf no Estado é a inadimplência, que atinge 56 municípios.
Sobre essa questão, o secretário executivo do Pronaf em Sergipe, Sérgio Santana, afirmou que, no Estado, pouco mais de 27 mil pequenos agricultores estão inadimplentes, impossibilitando o município o qual reside, a realizar novos créditos. No total, a dívida desses trabalhadores chega a R$ 80 milhões. “É possível fazer a renegociação da dívida. O único requisito feito é que seja pago pelo menos um por cento do valor total da mesma, que equivale a um milhão, somente após o pagamento o agricultor pode fazer a negociação. Além disso, os governos estadual e federal possibilitam através de uma Lei aprovada pelo governado do Estado, numa parceria com o Banco do Brasil (BB) e Banco do Nordeste (BNB), que fazem parte do programa, o pagamento dessa taxa, para que os agricultores voltem a ficar adimplentes e realizarem novos créditos”, pontuou Santana.
Já em relação aos falsos agricultores, o secretário disse que a Emdagro está abrindo uma auditoria para verificar o fato e, se houver desvio, os bancos do Brasil e do Nordeste, têm medidas a tomar, como por exemplo, o cancelamento do contrato. “No primeiro momento é preciso apurar, pois isso é uma questão de honestidade e todas as denúncias que chegam a nós são apuradas, e a partir delas, iremos tomar as providências”, afirmou.
Para o presidente da Emdagro Jéferson Feitoza, os agricultores, orientados pelos movimentos sociais em seus municípios, não pagaram a dívida do empréstimo esperando um perdão do débito. “A equipe da Emdagro, juntamente com os bancos parceiros, realiza várias reuniões com o objetivo de mobilizar os agricultores a pagar, mas não obteve êxito. Sendo assim, para que os municípios pudessem voltar a ficar regulares com o empréstimo, foi assinada a Lei estadual”.
Pronaf B
O Pronaf Grupo B é a linha de microcrédito criada para combater a pobreza rural, cujos recursos são destinados a agricultores com renda anual familiar bruta de até R$ 2 mil para financiar qualquer atividade geradora de renda. Atualmente, essa linha de microcrédito só está sendo aplicada junto aos agricultores familiares nordestinos por conta do apoio do Banco do Nordeste, que já realizou mais de 350 mil operações. O Banco do Brasil também é parceiro do Programa.

JORNAL DA CIDADE

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DIA DOS FINADOS

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação
Fonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br

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domingo, 1 de novembro de 2009

CHARGE

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CLUBE DOS VETERANOS DA CIDADE DE SIMÃO DIAS SERGIPE FUNDADO EM 31/01/1986 EDITAL DE CONVOCAÇÃO

CLUBE DOS VETERANOS DA CIDADE DE SIMÃO DIAS SERGIPE FUNDADO EM 31/01/1986

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

A Direção do CLUBE DOS VETERANOS DE SIMÃO DIAS, no uso de suas atribuições legais, e em conformidade com o Regimento Estatutário desta Entidade, RESOLVE:

1. Convocar todos os sócios que estão com suas obrigações sociais quitadas, para uma Assembléia Geral Ordinária, no dia 29 de novembro de 2009, a partir das 07:00h. às 09:00h. da manhã, na Escola Municipal Carvalho Neto, para escolher a nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal do Clube dos Veteranos de Simão Dias, para o biênio 2010/2011.

2. Determinar o prazo para entrega das chapas que irão concorrer ao pleito até o dia 22 de novembro do ano em curso. Contendo os nomes e as suas respectivas funções: presidente; vice-presidente; secretário; diretor financeiro; diretor de esporte e diretor social.

3. Comunicar que a chapa apresentada após a data determinada, 22/11/2009, não poderá mais concorrer a eleição.

4. Comunicar que o presente Edital entra em vigor na data de sua publicação.

5. Comunique-se e publique-se.

Simão Dias, 01 de novembro de 2009

PEDRO JOSÉ DE ABREU

Presidente

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Enterrar um ente querido custa caro

 

  Texto: Janaina Cruz / Foto: Jorge Henrique
A perda de um ente querido, além de ser um momento de dor e tristeza, quase sempre traz preocupações e pendências a serem resolvidas. As mais urgentes são o velório e o enterro.
Quem não se preparou em vida para isso deixa para a família uma despesa que não sai por menos de R$ 1 mil, somando sala para velório e caixão mais simples, sem contar os jazigos, que nos cemitérios da capital variam de R$ 450 a R$ 10 mil. Pior ainda para quem depender do único cemitério público existente em Aracaju, o São João Batista, superlotado e com estrutura precária. A prefeitura estuda a construção de um novo cemitério e cinco áreas estão sob análise.
Segundo o diretor de Espaços Públicos e Abastecimento da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Antônio Carlos Mota, o São João Batista tem seis mil sepulturas, entre mausoléus e gavetas. Para se ter uma ideia das condições do cemitério, desde dezembro de 2007 um bloco com 400 gavetas está interditado, por conta das paredes rachadas. “Até dezembro termina o prazo para que as famílias retirem os ossos e então faremos a demolição completa para reconstruir as gavetas”, explicou Antônio.
Ele informou ainda que, apesar dos problemas estruturais, o cemitério tem condições de suprir a média de cinco sepultamentos diários. “Pelo crescimento da população, a prefeitura entende que é necessária a construção de um novo cemitério público. Estão sendo estudadas cinco áreas, mas essa informação é reservada”, disse o diretor da Emsurb, adiantando apenas que não deverá ser na zona de expansão, por questões ambientais.
A rotatividade no São João Batista é grande. Apesar de o enterro ser gratuito, no ato do sepultamento a família é obrigada a assinar um documento se responsabilizando em dar uma destinação aos restos mortais após dois anos. Ou os ossos são levados para outro cemitério ou é paga uma taxa de R$ 50 para que sejam colocados em um pequeno espaço, com lápide e inscrição. Quanto à manutenção do cemitério, Antônio Carlos explicou que ela é feita durante todo o ano por uma equipe permanente e reforçada a cada dois meses.
Custos
No cemitério mais antigo de Aracaju, o Santa Isabel – com quase cinco mil sepulturas e inaugurado em 25 de fevereiro de 1862 –, um jazigo não sai por menos de R$ 1 mil. Mesmo as famílias que já têm um espaço comprado lá acabam pagando uma taxa de R$ 140 para que o enterro seja feito. Já no primeiro cemitério-parque de Sergipe, o Colina da Saudade – inaugurado em fevereiro de 2003 e com 12 mil jazigos duplos, sendo que cada um comporta até 12 caixas para os ossos –, o preço mínimo é de R$ 5 mil, se for à vista.
O gerente Administrativo do Colina, Hugo Hereda, explicou que as três opções de comercialização dependem do local da sepultura, dividido em três níveis: Lago, Céu e Estrelas, este último com vista privilegiada para a cidade, onde o jazigo pode chegar a R$ 10 mil. Para Hereda, o investimento é bom porque além de ser um local agradável – inclusive usado por moradores da região para caminhadas e passeios – o cemitério oferece ainda duas salas para velório, cada uma com apartamento e banheiro, capela ecumênica, lanchonete e vigilância.
O Cemitério da Cruz Vermelha, no bairro Siqueira Campos, é de 1902 e tem quase três mil jazigos, que custam a partir de R$ 450. De acordo com Jurandyr Góis, administrador da Associação Aracajuana de Beneficência – mantenedora dos cemitérios Cruz Vermelha e Santa Isabel –, o Cruz Vermelha tem espaço para a construção de mais oito mil jazigos. “Há muitos anos que a prefeitura nos procura e cogita uma parceria, mas nada foi levado adiante. A associação não amplia porque a rotatividade é baixa e temos outras prioridades, como as obras do Hospital Santa Isabel, também administrado pela Associação”, informou Jurandyr.
Outro cemitério antigo, da década de 30, e de baixa rotatividade, é o São Benedito, ao lado Santa Isabel, bem em frente à avenida João Ribeiro. Nele existem 18 mausoléus e 825 jazigos, que custam de R$ 5 mil a R$ 6 mil. A média de enterros é de apenas quatro por mês. Ainda existem em Aracaju outros cemitérios, como o do ABC, no Jardins, onde existem cerca de 600 jazigos, mas não ocorrem sepultamentos há mais de 20 anos, o da Atalaia, com 400 jazigos, um familiar no povoado Areia Branca e o Cemitério dos Náufragos, no Mosqueiro, administrado pela Marinha e onde estão apenas os corpos das vítimas do naufrágio de três navios no litoral aracajuano, durante a 2ª Guerra Mundial.
Planos funerários estão em alta

Planejar o velório, o enterro e até escolher o caixão sem sequer estar doente pode parecer estranho, mas a verdade é que o mercado de planos funerários vem crescendo nos últimos anos. Prova disso é que a empresa pioneira neste ramo em Sergipe tinha, em 2005, cerca de 16 mil planos e hoje já conta com 80 mil, totalizando mais de 300 mil beneficiários. Para o gerente administrativo da empresa, Alan Cruz, a aceitação da morte tem feito com que o mercado evolua.
“Ainda há uma certa resistência, mas a desmistificação da morte tem aumentado. Cuidamos apenas do evento morte. Porque a morte em si acontece mesmo nos hospitais, nas estradas”, opinou Alan. Quem segue essa linha de pensamento acaba optando pela tranquilidade dos planos com preços bem acessíveis, que variam de R$ 19 a R$ 50 por mês, incluindo o titular, cônjuge, todos os filhos solteiros, pais e sogros. As taxas por dependentes extras vão de R$ 5,70 a R$ 15.
O plano dá direito a caixão, uma coroa de flores, ornamentação do caixão com flores, sala para o velório, carro fúnebre para o translado do corpo do local do velório ao cemitério, aluguel de um ônibus para transitar somente na capital e material para o velório conforme a religião. Ainda há outros benefícios, como empréstimo de cadeiras de roda, cama hospitalar, muletas e outros materiais para doentes previstos no contrato. Além disso, alguns planos oferecem descontos em clínicas, academias e farmácias.
‘Bienal da Morte’ fez sucesso

Aconteceu em setembro, em Santos, litoral paulista, a oitava edição da Funexpo, uma feira divertidamente chamada de “Bienal da Morte”, que atraiu cerca de três mil donos de funerária e mais de 50 expositores. As novidades do ramo são bem curiosas: linhas completas de necromaquiagem, distintivos de futebol cada vez mais populares nos velórios, cinzas de mortos que são transformadas em diamantes e até caixões ecológicos, feitos de papelão e que prometem mais leveza e menos contaminação do solo, lançados no país este ano.
A feira divulgou também o velório virtual, com as famílias velando pela internet quando não há tempo hábil para chegar ao velório ou residem em outro Estado. Para quem quer garantir um lugar no céu, uma empresa norte-americana disponibiliza o lançamento no espaço sideral de uma cápsula com os restos mortais. O preço, claro, é tão astronômico quanto o serviço: cerca de R$ 30 mil.
Um site especializado no assunto divulgou, esta semana, que a maior rede varejista do mundo começou a vender caixões pela internet. Os preços variam de US$ 895 (cerca de R$ 1.575) por um modelo de aço, até US$ 2.899 (cerca de R$ 5.102) por um modelo de bronze. A rede de supermercados permite que os clientes paguem os caixões em até 12 prestações sem juros. Os caixões ficam prontos para entrega em 48 horas.
O falecido também pode virar uma jóia. Uma empresa suíça transforma as cinzas em grafite e
depois em diamante por meio de um processo de aquecimento até 1.400º C. O valor do serviço custa, no mínimo, R$ 12 mil. A aposentada Leroy Gaspar da Silva, de 73 anos, de Curitiba (PR), carrega desde julho um diamante de 0,25 quilate e 4,1 milímetros de diâmetro, feito com as cinzas do marido, o militar Jorge Gaspar da Silva, falecido em 1994. Esse foi o primeiro diamante que chegou ao Brasil produzido com as cinzas de uma pessoa.
Programação especial
Além das missas, os cemitérios de Aracaju prepararam uma programação especial para o Dia de Finados. A limpeza começou há mais de uma semana e amanhã haverá o trabalho de grupos de várias religiões. A Igreja Católica se fará presente com os bispos, padres, Apostolado da Oração, Pastoral da Família e Terço dos Homens, entre outros grupos que vão se revezar no intervalo das missas. No Cemitério Colina da Saudade, no conjunto Santa Lúcia, haverá uma chuva de pétalas de rosas, às 10h30, como já ocorreu em anos anteriores.
Outra presença nos cemitérios, desde a semana passada, é a de pessoas limpando e arrumando os túmulos. A Emsurb alerta que é proibida a contratação de crianças e adolescentes para esse tipo de serviço. Em 2006, foi assinado um termo de ajustamento de conduta (TAC) no Ministério Público do Trabalho determinando que a Emsurb fiscalize o trabalho infanto-juvenil nos cemitérios. No Cemitério São João Batista, 12 fiscais da Emsurb farão esse trabalho, mais a Guarda Municipal.

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EDITAL CONCURSO DO DETRAN ESTÁ DISPONIVEL

O secretário de Estado da Administração, Jorge Alberto, assinou nesta sexta-feira, 30, o edital do concurso público do Detran. São 250 vagas para Assistente de Trânsito e 50 para Vistoriador de Trânsito. As inscrições vão de 3 de novembro (via internet) a 13 de dezembro e a taxa custa R$ 48. O concurso para preenchimento de vagas em caráter efetivo exige nível médio de escolaridade e será executado pela Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab).

O salário para assistente de trânsito é de R$ 500 e o candidato precisa ter conhecimentos de informática. O vencimento para vistoriador de trânsito é de R$ 700 e exige conhecimentos de mecânica. As vagas oferecidas são para Aracaju, Carmópolis, Estância, Itabaiana, Lagarto, Nossa Senhora da Glória e Propriá.

“Esse é mais um concurso realizado pela Sead através da Superintendência Geral de Recursos Humanos, cumprindo a determinação do governador Marcelo Déda de priorizar a admissão via concurso público na forma constitucional. Este é, sem dúvida, o Governo que mais realizou concursos”, disse o secretário Jorge Alberto, ao informar que nos últimos dois anos foram criadas mais de 7 mil vagas.

As inscrições via internet serão abertas na próxima terça-feira, 3 de novembro. Pelos Correios o início das inscrições será no dia 7. O prazo final será o dia 13 de dezembro e as provas acontecerão em 17 de janeiro de 2010.

Segundo a presidente da comissão de organização do concurso, Maria do Carmo Marcondes, a previsão é a que mais de 30 mil pessoas se inscrevam. “É um concurso de nível médio, sem exigências de conhecimentos técnicos e isso acaba atraindo um número grande de candidatos”, explicou. O edital está sendo publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta e poderá ser baixado também no site da Sead.

FAXAJU

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