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VIVA A VIDA!!!!!!!!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A justiça na terra dos "justos"

O que podemos esperar do Poder Judiciário? A justiça, certo?  Não sei, talvez, quem Sabe?

mspl

Perseguição a servidores: Existe justiça na terra dos “justos”?

mspl

TJ instaura um processo administrativo, acusando servidor de “ofensivas” sobre o Judiciário em fóruns na Internet

mspl

Servidores acusados não estão sendo ouvidos no processo

Essa é  a duvida obtida a partir do relato dos próprios Servidores do TJ, sobre a terrível ofensiva do judiciário contra um militante do movimento sindical, que hoje, passa por perseguições e ameaça de demiss

A história começa a partir de maio deste ano, quando um servidor, militante do movimento sindical, Plínio Pugliesi, é chamado a responder um processo administrativo no Palácio do Tribunal de Justiça. "Lá chegando, me deparei com um ofício confuso, contendo um
relato sobre diversos fatos, envolvendo vários servidores. Percebi,
então, uma completa falta de clareza sobre quais condutas teria
cometido para responder a este processo e muito menos quais normas
disciplinares foram supostamente desrespeitadas por mim" disse o
servidor.
De acordo com Plínio, foi indicado diversas testemunhas para que
falassem sobre fatos que foram relatados no processo. Entretanto,
ninguém foi intimado a comparecer em qualquer audiência, além de
Plínio e o seu advogado não serem informados das audiências que
estavam acontecendo.

"De repente fui surpreendido por uma informação do setor Pessoal,
que uma pena administrativa de suspensão com conversão em multa estava
anotada em minha ficha funcional. E mais, ao consultar o meu
contra-cheque, percebi que a multa de 25% foi aplicada no meu
salário. Tudo isto ocorreu antes de ter sido formalmente comunicado da
punição" disse Plínio.
Passemos ao teor da decisão.
Alegando entre outras coisas, quebra de sigilo sobre a sua remoção,
defendendo que o servidor relatou o fato aos colegas de trabalho sem
a devida autorização, no entanto, dias antes, a remoção já havia sido
publicada no Diário Oficial, órgão público de comunicação do estado,
do qual o próprio servidor recebeu a informação
.
Outro motivo de condenação paira em cima de uma provável quebra de
hierarquia, quando, em uma reunião, Plínio faz duas ponderações, a
primeira ele pergunta o que o magistrado da comarca de Itaporanga,
seu novo recinto de trabalho, tinha contra o movimento sindical,
depois de ouvir toda a explanação de críticas feita pelo juiz, contra
o sindicato. A segunda intervenção, Plínio sugere que as determinações
de superiores para os servidores do mesmo fórum, deveriam ser feitas
por escrito, somente por uma questão organizativa e burocrática.Além
da punição por conta de estar vestindo uma camisa ?acintosa?. Essa
caracterização se deu por conta da origem da mesma, a camisa era de
uma campanha do movimento por melhores salários.
"O Poder Judiciário violou o que o próprio tem o dever de garantir,
o direito de ampla defesa, da livre manifestação de opinião, o
direito do trabalhador se organizar em sindicatos e associações",
desabafa Cristiano Cabral, servidor do judiciário e Vice-Presidente da CUT.
Atualmente, o mesmo servidor responde outro inquérito
administrativo, acusando - o de ser o responsável por diversas
postagens "ofensivas" sobre o Judiciário em fóruns na Internet. E,
desta vez, a pena prevista é demissão.
"A qualquer momento o servidor do judiciário, Plinio Pugliesi pode ser
demitido, tendo como evidente motivo sua atividade de representar,
junto com um coletivo de servidores do judiciário, a reivindicação de
melhores salários, melhores condições de trabalho e o fim das
disparidades salariais, onde um servidor concursado ganha um pouco
mais de 900,00 , enquanto alguns cargos comissionados chegam a ganham
mais de 13 mil reais", diz Cabral.

AGÊNCIA VOZ

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DIRETOR DO CUMBE DIZ QUE A MENSAGEM DO EMAIL FOI DESTORCIDA

 

"SIMÃO DIAS: DIRETOR EMITE E-MAIL E DIZ QUE AMEAÇA DE ALUNOS ERA BRINCADEIRA! "

Edelson,

Essa manchete do seu blog para noticiar o meu texto, abaixo, não condiz com a verdadeira interpretação: nunca afirmei que a AMEAÇA AO PROFESSR LUCIANO era de brincadeira. O que eu narrei foi a versão deles. De um lado, diz que foi ameaçado de morte, enquanto do outro afirma que foi de brincadeira. Apenas isso e nada mais.

Não entendi porque foi destorcida e gerar toda essa polêmica.

Abraço.

LEIA O EMAIL ENVIADO PARA EDELSON NO DIA 21/10/2009 PELO DIRETOR.

"Caro Edelson,

gostaria de informar aos seus leitores e ouvintes do seu programa “Tropical Notícias”, que o diretor da escola Genèsio Chagas do povoado Cumbe ll, nunca sofreu tipo de ameaças pelos dois jovens citados pelo professor, nem por qualquer outro aluno. Aliás, o problema não foi solucionado junto a direção da escola porque o professor, também citado no noticiário, não quis fazer o relatório do ocorrido em sala de aula solicitado pelo diretor, nem ouvir os pais dos alunos, mesmo porque, segundo o professor foi uma ameaça de morte. Que os alunos insistem em dizer que foi apenas uma brincadeira.

Contudo, a direção da escola, convocou os pais dos alunos, mesmo um dos alunos sendo maior de 18 anos, e juntos, tomaram todas as providências cabíveis. Inclusive marcando uma reunião com o professor, que não compareceu na escola nesta data.

Professor Raimundo"

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Educadores de Neópolis divulgam nota pública

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe - SINTESE  vem a público informar a sua indignação com a atitude dos cinco vereadores que fazem parte da bancada de oposição ao atual prefeito de Neópolis, Felipe Barreto.

Os vereadores João Andrade (PSB), Sergio Ricardo “Cadinho” (PTB), Joaquim Leite (PV), Edvaldo Terto (PTdoB), Engracinda Teixeira (PP), desde terça-feira da semana passada não comparecem às sessões da Câmara.

Com essa atitude eles estão impedindo a votação de projetos, que já foram negociados com o Poder Executivo, e que garantem a Gestão Democrática nas Escolas; Reformulação do Estatuto do Magistério; ampliação da Licença Maternidade para seis meses; Criação do Sistema Municipal de Ensino; e a valorização dos profissionais da Educação através do Piso Salarial  Nacional dos Professores. Estes projetos visam atender as necessidades de organização e compromisso com uma Educação de qualidade para todos.

Para a direção executiva do SINTESE e a coordenação do sindicato da sub-sede da região do Baixo São Francisco acreditam que esta atitude que não condiz com representantes que foram eleitos pelo povo e esperam que os vereadores compareçam às sessões para que os projetos sejam votados.

SINTESE

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Câmara aprova novas exigências para formação de professores

O Plenário da Câmara aprovou, na noite desta quarta-feira (21/10), substitutivo do deputado Iran Barbosa (PT-SE) ao Projeto de Lei 3971/08, da deputada Ângela Amin (PP-SC), e ao PL 5395/09, do Executivo, que tramita apensado. Iran foi relator dos dois projetos.
Os PLs tratam das novas exigências para a formação de professores para a educação básica (educação infantil e ensinos fundamental e médio) e seguem, agora, para apreciação do Senado.
Em seu substitutivo, o deputado Iran Barbosa mesclou os textos dos dois projetos, mantendo a redação do Poder Executivo. A principal mudança no texto final foi garantida com a aprovação de um destaque do Partido Progressista (PP).
O destaque estendeu à educação infantil a exigência de formação em nível superior e acrescentou a exceção desta obrigação nos locais em que, comprovadamente, não existirem profissionais habilitados neste nível de ensino. A regra vale também para as quatro séries iniciais do ensino fundamental.
O substitutivo do deputado Iran Barbosa, pela Comissão de Educação e Cultura (CEC), retirava do texto essa necessidade de comprovar formação superior para o ensino infantil.
Devido à aprovação do destaque, foi retirado do texto final o dispositivo do projeto apensado (PL 5395/09, do Executivo), que permitia ao Ministério da Educação estabelecer nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como pré-requisito para ingresso em cursos de graduação para formação de docente.
Ajustes à Constituição - Do projeto de Ângela Amin, o relator Iran Barbosa aproveitou, ainda, ajustes na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) necessários após a promulgação da Emenda 53, que criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

DEP.IRAN BARBOSA

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Dispensa de licitação é publicada no Diário Oficial da União

Quinta-feira, 22 de outubro de 2009 - 12:12

O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira, 22, o extrato da dispensa de licitação para a operacionalização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009. As empresas contratadas pelo Ministério da Educação são a Fundação Universidade de Brasília/Cespe e a Cesgranrio.

O MEC define os últimos detalhes do contrato a ser formalizado, em caráter emergencial, nos próximos dias, cujo valor está fixado em R$ 99.959.837,86. Para a realização do Enem, foi tomado como base o valor de R$ 35 por aluno inscrito. Ou seja, o valor total da operação está estimado em cerca de R$ 140 milhões.
Assessoria de Comunicação Social

MEC

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“SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMETE ABUSOS”

“SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMETE ABUSOS”

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), lamentou a situação enfrentada pelos vigilantes que trabalham na Secretaria de Estado da Educação (SEED). De acordo com o parlamentar, as condições de trabalho da categoria são abusivas.

Venâncio leu um e-mail (correio eletrônico) na Tribuna enviado por um vigilante da secretaria, que denuncia a carga horária e os baixos salários. “Deputado, eu não poderia deixar de opinar sobre o assunto, já que nossa categoria é uma das que mais é desvalorizada e desrespeitada pelo atual governo ‘das mudanças’”.

O e-mail enviado ao gabinete do líder da oposição afirma ainda que os vigilantes trabalham com carga horária de escravidão. “Trabalhamos de domingo a domingo. Nos finais de semana são doze horas corridas trabalhadas sem direito a auxílio alimentação, adicional de periculosidade ou repouso remunerado, um verdadeiro absurdo”. A mensagem revela que no final do mês um vigilante recebe salário de R$ 335. “Peço por meio desta mensagem, o apoio de Vossa Excelência, para que nossa situação mude o mais depressa possível”.

O líder da oposição disse que o assunto já havia sido tratado por ele, quando denunciou o regime de escravidão que a Educação impôs à categoria dos vigilantes. “Vou ao Ministério do Trabalho. Isso é desumano”, argumentou Venâncio, que lamentou o salário de R$ 335 pago a esta categoria.

Banese

Venâncio Fonseca destacou ainda, em seu discurso, a demora do Banco do Estado de Sergipe (Banese) em responder a um requerimento de sua autoria. Segundo o parlamentar da oposição, o texto foi aprovado no dia 1o de julho e até hoje tem sido ignorado. “O banco tem 30 dias para responder e até hoje não respondeu”, observou.

Segundo o deputado, a Assembleia precisa tomar providências para garantir que os prazos estipulados pela Lei sejam respeitados. “Eles devem estar buscando respostas para dar”, ironizou. O requerimento solicitou ao presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, informações sobre a linha de crédito, no valor de R$ 20 milhões, para a agricultura familiar. O texto pede dados sobre as famílias beneficiadas pelos recursos.

FAXAJU

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Prefeitura de Aracaju apresenta proposta a professores

Na tarde desta quarta-feira, 21, a comissão de negociação da Prefeitura de Aracaju se reuniu com representantes do Sindicato dos Profissionais de Ensino do Município de Aracaju (Sindipema) para uma nova rodada de negociações. No encontro, ficou definida a separação das discussões em dois assuntos: a implantação do piso salarial nacional dos professores e as alterações no plano de carreira e na gestão democrática das escolas. A reunião aconteceu no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos e teve a participação do coordenador do Departamento Intersindical de Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), o economista Luiz Moura.

Sobre as alterações no plano de carreira e na gestão democrática dos profissionais do magistério, a prefeitura propôs ao sindicato a formação de uma comissão paritária, composta por membros de ambas as partes, para discutir as mudanças a partir de janeiro de 2010. "Fizemos essa proposta e ela foi aceita pelo sindicato, que só pediu que as discussões não fossem no mês de janeiro, então ficamos de definir uma nova data", destacou o secretário Chefe de Gabinete da Prefeitura, Bosco Rolemberg.

Com relação à implantação do piso salarial nacional, a comissão de negociação garantiu aos professores que uma proposta concreta será apresentada logo após a divulgação dos índices permanentes referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o ano de 2010. "Levamos em consideração que ainda faltam elementos para o acompanhamento do desempenho da arrecadação", afirmou Bosco.

Cautela

De acordo com os representantes do município, no próximo dia 25 de novembro já será possível apresentar uma nova tabela de proposta salarial. Para o secretário municipal de Finanças, Jeferson Passos, o momento agora pede cautela. "A receita tributária da União e, consequentemente, os repasses do FPM aos municípios ainda estão em queda, sem refletir esse momento inicial de recuperação da economia", disse Jeferson, revelando que o mês de setembro apresentou a segunda maior queda do ano em comparação com 2008, só ficando à frente de fevereiro.

"Ainda não temos também a definição, por parte do Tribunal de Contas da União [TCU], do índice de participação que o município de Aracaju terá no FPM do ano que vem. Da mesma forma, não houve divulgação do índice de participação do município no ICMS, que também é uma receita de extrema importância para o município de Aracaju", complementou o secretário municipal de Finanças.

Segundo a presidente do Sindipema, Maria Elba da Silva, as novidades apresentadas nesse novo encontro com a administração municipal mantêm a expectativa por uma proposta que venha a satisfazer os professores. "Acordamos que vamos aguardar a divulgação dos índices para ver o que será possível. Entendemos que nesse momento a prefeitura não tem condições de apresentar uma proposta que seja capaz de implementar, mas creio que na próxima reunião ela virá", concluiu.

Ne Notícias

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