por Governo de Sergipe, Secom
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sábado, 31 de agosto de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Concursos: 66.678 vagas
por Correio Braziliense, da redação
O governo pretende preencher 66.678 vagas no setor público em 2014, das quais 6.001 estão ocupadas hoje por terceirizados. O custo dessa empreitada — há muitos servidores próximos da aposentadoria — aos cofres do Tesouro Nacional será de R$ 3,1 bilhões, conforme o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) entregue ontem ao Congresso Nacional pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
Apesar das críticas dos economistas e dos apelos do Banco Central para que o governo reduza os gastos e, assim, ajude no controle da inflação, o documento mostra que os Três Poderes continuarão ampliando as despesas com a manutenção da máquina. Em 2014, os desembolsos terão aumento nominal (sem descontar a inflação) de 12,6% em relação a 2013, passando de R$ 578,7 bilhões para R$ 651,5 bilhões. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) o montante subirá de 12% para 12,4%.
Do total das despesas com a burocracia no ano que vem, uma das maiores parcelas será com pessoal: R$ 222 bilhões, quantia 9,4% superior aos R$ 202 bilhões previstos para este ano, apesar de o governo alardear que o total em relação ao PIB vem se mantendo em 4,2%. Neste ano, o quadro não é diferente. De janeiro a julho, as despesas com o funcionalismo avançaram 8,2%, para R$ 116,5 bilhões. Já os gastos totais com a máquina saltaram 12,8%, quase o dobro do incremento das receitas, de 7,8%.
Esse descompasso preocupa os especialistas, especialmente porque os gastos com custeio, ou seja, os não produtivos, aumentaram em um ritmo muito maior, nos sete primeiros meses deste ano: 15%. No entender de Fernando Zilveti, professor de Finanças e Tributação da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), tamanha gastança é lamentável, sobretudo porque os investimentos em infraestrutura estão estagnados. “O pior, no entanto, é ver o governo recorrer a artifícios contábeis para cumprir a meta de superavit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida pública)”, disse.
Para Zilveti, é inadmissível que “as autoridades elevam as projeções do PIB para gerar receitas fictícias e, assim, conseguir fechar as contas”. O melhor, destacou ele, seria buscar o equilíbrio fiscal por meio do corte de gastos com a máquina.
Expectativa
Os concurseiros, porém, estão satisfeitos com a disposição do governo de preencher tantas vagas. Mas é bom não criar tantas expectativas. No ano passado, o Ministério do Planejamento também anunciou a intenção para nomear servidores para 60.886 postos. Mas, até agora, autorizou concursos para pouco mais de 15 mil cargos. Há pouco mais de um mês, quando divulgou um corte de R$ 10 bilhões no Orçamento, Miriam Belchior informou que seria mais seletiva nas autorizações para a realização de certames e para a nomeações de aprovados.
Postado por Genil Bezerra às 13:26 0 comentários
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Veja a lista de aprovados no concurso da Deso
por NE Notícias, da redação
Anexo único do edital de resultado provisório da prova objetiva. Concurso público nº 01/2013.
Postado por Genil Bezerra às 13:24 0 comentários
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Ufal abre 53 vagas para docentes com salários de até R$ 8 mil
por Tudo na Hora/AL, da redação
A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho (Progep/Ufal) abriu inscrições para preenchimento de 53 vagas de docentes, na Universidade Federal de Alagoas. As vagas são para os níveis Auxiliar, Assistente A e Adjunto A, com vencimento inicial de até 8 mil.
De acordo com o edital publicado nesta terça-feira (27) no site da Comissão Permanente do Vestibular (Copeve), os docentes selecionados irão trabalhar em regimes de 20h, 40h ou dedicação exclusiva, nos campi Maceió, Arapiraca e Sertão. As vagas são para as áreas de humanas, exatas e saúde.
Postado por Genil Bezerra às 13:00 0 comentários
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Concurso do Ministério da Fazenda exige que candidato saiba projetos petistas
por O Globo, da redação
O concurso para o Ministério da Fazenda realizado no último domingo está na mira da oposição. Uma pergunta sobre a reforma política, que exigia que o candidato conhecesse a proposta do PT para o tema, levantou a polêmica. Organizada pela Escola Superior de Administração Fazendária, órgão do próprio Ministério da Fazenda, a pergunta da prova citava que a reforma política “ganha destaque no complexo cenário surgido das manifestações de rua que explodiram pelo Brasil” e indagava qual era a opção correta em relação à proposta de mudança no sistema eleitoral.
Entre cinco opções, a resposta correta era “O Partido dos Trabalhadores (PT), atualmente no comando do Executivo Federal e com forte bancada na Câmara dos Deputados, defende o financiamento das campanhas eleitorais com recursos públicos”. Tratava-se da única alternativa da prova citando um partido específico e, por ser a alternativa correta, quem soubesse da informação sequer precisaria ler as demais opções. O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) entrará nos próximos dias com uma representação no Ministério Público para que seja movida uma ação de improbidade contra o responsável.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
12 órgãos abrem inscrições
por G1, da redação
Pelo menos 12 órgãos públicos abrem inscrições nesta segunda-feira (26) para 1.141 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os concursos incluem ainda cadastro de reserva, em que os aprovados são chamados conforme a necessidade da administração. Os salários chegam a R$ 20.332,87 na Procuradoria Geral de Goiás.
Os órgãos que abrem inscrições são os seguintes: Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo, Prefeitura de Aracruz (ES), Prefeitura de Buritama, Prefeitura e Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos de Concórdia (SC), Prefeitura de Ipojuca (PE), Prefeitura de Ipuiúna (MG), Prefeitura de Itapecerica (MG), Prefeitura de Nova Itaberaba (SC), Prefeitura de São José do Rio Pardo (SP), Prefeitura de Vale Real (RS), Procuradoria Geral de Goiás e Universidade Federal do Ceará.
Postado por Genil Bezerra às 14:00 0 comentários
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Concurso pode colocar aprovado em final de lista se houver recusa de vaga
por Conjur, da redação
A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça entendeu não haver ilegalidade em edital de concurso público que prevê a alocação de candidato ao final da fila de aprovados, em caso de recusa a vaga disponível em cidade não desejada. “Como indicado no acórdão de origem, as vagas — e correspondentes lotações — seriam ofertadas paulatinamente, de acordo com a necessidade da administração, observando a lista de aprovados”, disse o ministro Humberto Martins, relator do caso. “Assim, não há violação à isonomia ou impessoalidade”, concluiu.
No caso, um candidato foi aprovado em processo seletivo para o cargo de agente penitenciário no Paraná, com vagas previstas em diversos municípios. Quando convocado, o candidato se recusou a assumir a vaga pois não era para cidade onde morava. Depois de recusar a vaga, buscou o Judiciário para afastar a previsão do edital de que, não havendo interesse na lotação oferecida, o candidato deve ir para o final da fila. Ele queria manter sua classificação até que surgisse a lotação na cidade desejada.
A Justiça paranaense negou o mandado de segurança impetrado pelo candidato, que recorreu ao Superior Tribunal de Justiça. O relator do recurso, ministro Humberto Martins, destacou que o edital previa que os candidatos seriam alocados em lista única e que, na medida em que fossem identificadas as necessidades nas várias localidades, seria dada opção de lotação, obedecendo à ordem de classificação.
Também estava estabelecido no edital que, em caso de não haver interesse na lotação ofertada, o candidato poderia pedir sua alocação no final da fila. No caso em julgamento, o impetrante não teve interesse nas lotações ofertadas e postulou o direito de manter sua classificação para ser lotado, no futuro, em localidade que de seu interesse.
Porém, o ministro observou que o tema já foi enfrentado pelo STJ e a 1ª Turma firmou o entendimento de que “sem base legal ou editalícia, não é possível pretender vaga para o provimento em lotação com vacância potencial no futuro”. Como o edital previa que o candidato fosse para o final da fila de aprovado caso recusasse a vaga ofertada, o ministro considerou não haver ilegalidade.
Seguindo o voto do relator, a Turma negou provimento ao recurso por considerar que a pretensão a um direito não previsto no edital, ou seja, de reserva de sua colocação para nova opção em momento posterior, não encontra amparo legal. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
RMS 41.792
Postado por Genil Bezerra às 13:09 0 comentários



